Medicações de Alto Custo
Informações atualizadas em: 27/06/2026 15:28:16
O primeiro passo é consultar um médico pelo SUS, geralmente um especialista, que irá diagnosticar a doença e prescrever o medicamento de alto custo, se for o caso.
O medicamento precisa estar incluído nos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde.
Se você passou por atendimento particular, ainda é possível solicitar, mas todos os documentos precisarão seguir os critérios exigidos pelo SUS.
Para dar entrada no pedido, você precisará apresentar:
Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do CEAF (LME) preenchido pelo médico;
Prescrição médica (composições, posologia e CID código da doença);
Cópia do RG, CPF e Cartão SUS do paciente;
Comprovante de residência atualizado;
Exames laboratoriais e laudos médicos que justifiquem a necessidade do medicamento;
Termo de consentimento informado, quando exigido para aquele tratamento.
O formulário LME e outros modelos podem ser encontrados no site da Secretaria de Saúde do seu estado ou diretamente na farmácia de medicamentos especiais.
Na Paraíba, o ponto de entrega é a Farmácia do CEAF ou Farmácia Especializada, que normalmente funciona em cidades-polo, como João Pessoa e Campina Grande.
A farmácia irá protocolar os documentos e repassar para análise da equipe técnica da Secretaria de Estado da Saúde.
O processo passa por análise técnica e poderá ser aprovado, solicitado para complementação ou indeferido.
O prazo para análise costuma variar de 10 a 30 dias úteis, dependendo do medicamento e da complexidade do caso.
Após a aprovação, o paciente (ou responsável) poderá retirar o medicamento na farmácia do CEAF, com documentos de identificação.
A renovação do pedido (a cada 3 ou 6 meses, geralmente) exige reapresentação de documentos atualizados, como nova prescrição médica e exames recentes.
Mesmo que o medicamento não esteja na lista do SUS, é possível solicitar via judicialização, com apoio da Defensoria Pública ou advogado, mediante laudo médico e justificativa clínica.
Voltados para tratamentos de média e alta complexidade, doenças crônicas raras ou específicas